Para TCC, dissertação, tese e artigo

Cada frase do seu trabalho mostra de onde veio.

O AutorIA busca em quinze bases abertas, você aprova quais artigos entram, o fichamento é feito lendo o artigo inteiro — nunca o resumo — e o texto nasce com cada afirmação ligada ao trecho que a sustenta, com a página. Sai em Word, na ABNT, na APA ou na Vancouver.

A máquina faz a fila. Você faz a ciência.

Começar pelo meu tema Ver o sistema por dentro quinze bases abertas · citação com página · o que ainda não fazemos

A conta já vem com 100 créditos — mais do que um TCC inteiro consome — e com um trabalho de exemplo pronto para você clicar nas citações e ver a fonte. Não pede cartão.

O que agrega valor e o que não agrega

Sua pesquisa tem duas metades. Só uma delas é ciência.

Quem trabalha com melhoria de processo aprende cedo a separar o que o cliente final valoriza do que existe só porque o sistema é assim. Na produção de um artigo, o cliente final é quem vai usar aquele conhecimento: o gestor que decide, o médico que trata, a próxima pesquisadora que continua a linha. Nenhum deles ganha nada com a sua terça-feira gasta trocando ponto e vírgula por vírgula na lista de referências.

agrega valor — é o seu trabalho não agrega — é fila
agrega
Escolher o problema
agrega
Desenhar o método
agrega
Ler e compreender
agrega
Interpretar o achado
agrega
Discutir com a literatura
agrega
Publicar e ser usado
65%
dos autores gastam de um a três dias, ou mais, apenas reformatando manuscritos entre submissões.
91%
gastam mais de quatro horas em reformatação — trabalho que não muda uma vírgula do resultado científico.
1,1 bi
de dólares por ano é o custo estimado do tempo mundial de pesquisa consumido por reformatação.

O AutorIA não escreve a sua ciência. Ele elimina a fila. A pergunta continua sendo sua, o método continua sendo seu, a interpretação continua sendo sua — e a assinatura, também.

O que o sistema faz

Vinte e oito tarefas de bolsista, feitas em minutos e com trilha.

Cada item abaixo existe no sistema hoje e foi desenhado a partir de uma dor concreta de quem escreve. Nada aqui substitui o julgamento de quem pesquisa: tudo passa pela sua aprovação, e tudo deixa rastro.

01

Busca em quinze bases abertas

Crossref, OpenAlex, SciELO, PubMed, Europe PMC, DOAJ, arXiv, CORE, OpenAIRE, Zenodo, DataCite, Semantic Scholar, OSF, repositórios DSpace e VuFind — em uma consulta só, com a estratégia de busca montada com você. O SciELO entra pelo registro de DOI da coleção, que é o índice estável do acervo: a base é a certa e cada resultado já vem com DOI, o que significa referência conferida.

02

Onde procurar e com que termos

O chat monta os construtos de busca e indica os portais certos para o seu tema: CAPES, BDTD, Fórum Brasileiro de Segurança Pública, IPEA, DATASUS, IBGE. Os endereços são fixos e conferidos, nunca inventados pelo modelo.

03

Seu corpus, aprovado por você

Cada artigo encontrado é pontuado por aderência ao seu problema. Você aprova, recusa e reordena. PDFs que já baixou entram por upload e viram texto pesquisável no seu espaço privado.

04

Fichamento pelo texto integral

Objetivo, método, achados, lacunas e citações com página — extraídos do artigo inteiro. Nunca pelo resumo: fichar pelo resumo é opinar sobre o que não se leu, e o sistema recusa fazer isso.

05

Quadro comparativo com as suas perguntas

Uma pergunta feita a todos os artigos vira uma coluna. O fichamento deixa de ser lido um a um e passa a ser comparado na vertical — e todo artigo novo já entra com as colunas respondidas.

06

Cada frase mostra de onde veio

Clique em qualquer citação do editor e veja, lado a lado, a sua frase e o trecho do autor, com a página e o realce do que coincide. É a garantia que nenhum outro editor oferece.

07

Paráfrase medida, e a citação de segunda mão recusada

Quantas palavras seguidas foram copiadas de cada fonte, e o quanto a paráfrase ainda diz o que a fonte disse: perto demais, o sistema propõe a citação direta com aspas; longe demais, marca o parágrafo. E o aviso que quase nenhuma ferramenta dá — quando o trecho lido é o autor citando outro autor, o sistema recusa creditar a ele o que ele apenas reproduziu.

08

A norma que o seu trabalho usa

ABNT, APA ou Vancouver nas citações, nas referências e nas legendas. E você pode anexar um trabalho como modelo: dele saem os nomes das seções, o cabeçalho, o rodapé e as margens, reproduzidos no editor.

09

Editor com a folha do trabalho

Escrita seção por seção, com o número de parágrafos que você definir, tabelas, imagens, quebras de página e reescrita de trechos selecionados — sem sair da folha e sem perder a marcação das citações.

10

Seus dados viram gráfico e tabela

Planilha carregada, limpeza com desfazer, conversão de coluna para data, dois eixos, histograma, boxplot e mapa. O gráfico vira anexo do trabalho, numerado e legendado conforme a norma.

11

Estatística de pesquisa

Média, desvio, erro padrão, intervalo de confiança, quartis, frequências, correlação de Pearson e qui-quadrado com aviso de casela pequena — cada resultado vira tabela no editor com um clique.

12

Proveniência e declaração, prontas para anexar

As bases consultadas, a data e a expressão de cada busca, os artigos aprovados e os recusados — e a declaração de uso de IA no formato que a revista exigir. As duas podem ir como apêndice, ficar só para o orientador ou nunca sair do sistema.

13

Impacto no mundo

Quem passa a decidir com evidência, o que se pode medir e o que pode impedir tudo isso de acontecer — dito no condicional, sem promessa que não cabe. Calculado uma vez e guardado.

14

A conversa é que faz — não há painel escondido

Buscar, triar o corpus, fichar, montar o roteiro, escrever a seção, revisar, definir a estrutura: tudo se pede falando, e o sistema executa e traz o resultado de volta para a conversa. Você não precisa aprender onde fica cada botão, porque não precisa de botão.

15

Escreva do seu jeito: combinando ou sozinha

Combine o roteiro parágrafo a parágrafo antes de escrever, deixe a IA escrever a seção inteira, ou peça o trabalho todo de uma vez. Nos três caminhos o roteiro fica gravado — é ele que dá coerência ao texto e sustenta a conferência depois.

16

A citação que a fonte não sustenta é retirada

Não basta falar do mesmo assunto: cada frase citada é confrontada com o trecho de origem, e quando a fonte não afirma aquilo a citação sai — a frase continua no texto, e o aviso diz qual foi e por quê. Trecho em que o autor lido estava citando OUTRO autor também não vira citação sua.

17

Revisão final, marcada em cor e aceita uma a uma

O sistema lê o que está escrito e propõe trechos melhores, coloridos dentro do próprio texto: você clica, vê o que se propõe e por quê, e aceita ou deixa como está. Nada muda sozinho, e nenhuma sugestão encosta em citação.

18

Sua estrutura, com subseções e numeração automática

A lista de seções é a que o seu programa ou a sua revista exige — dita na conversa, com subseções. A numeração é do sistema: mudou a ordem, o trabalho inteiro se renumera, 2, 2.1, 2.2, com resumo e referências fora da contagem, como manda a NBR 6024.

19

Um trabalho, vários documentos

O artigo para a revista, o TCC e a dissertação nascem do MESMO corpus, das mesmas fichas e das mesmas referências — e cada um com o seu tipo, as suas seções e o seu modelo. O que custou caro se aproveita; a forma, não.

20

A conferência do trabalho inteiro

Quando a última seção fica pronta, o sistema lê o documento do começo ao fim e devolve uma lista: parágrafo repetido, frase repetida, seção declarada e vazia, título repetido, buraco na numeração, citação que não acha referência, referência que ninguém citou, afirmação sem fonte, declaração de IA duplicada, o roteiro combinado contra o que de fato foi escrito, e onde o texto pediria uma figura. Não muda nada — cada decisão continua sua.

21

Cobertura do roteiro, antes de gastar

Antes de escrever, o sistema conta quantos trechos de quantas obras do seu corpus falam de cada parágrafo planejado. Sai um mapa com um selo por parágrafo: apoio em duas ou mais obras, apoio numa obra só, ou nada. Você descobre o que vai sair sem citação ANTES da chamada paga, e não depois de abrir o Word. É leitura de banco: não gasta crédito.

22

Fontes que faltavam, achadas fora do seu corpus

As afirmações que ficaram sem apoio viram uma busca automática nas bases. Cada candidata é lida contra a sua frase pela mesma conferência que retirou a citação original — o que não sustenta não é oferecido. As que passam ficam marcadas em outra cor no editor: você clica, vê o artigo e o trecho que sustenta a frase, e um clique inclui no corpus já fichado, aprovado nas duas abas.

23

Figuras desenhadas a partir do seu texto

Selecione um trecho e o sistema desenha o que ele afirma: fluxo de etapas, ciclo, pirâmide, funil, quadrantes, hierarquia, linha do tempo, quadro comparativo, modelo conceitual ou diagrama radial. Nada que o texto não diga entra no desenho. A figura vira anexo numerado e legendado na norma.

24

PRISMA 2020, com os seus números

Para revisão sistemática ou integrativa: o fluxograma de identificação, triagem, elegibilidade e inclusão, montado com as contagens reais da sua triagem — quantos vieram de cada base, quantos duplicados saíram, quantos foram excluídos e por quê — e inserido na seção de método.

25

Perfil Qualis do seu corpus

Em que estratos está a bibliografia que você reuniu, pelo ISSN de cada periódico e não pelo nome, que é palpite. É a primeira pergunta que uma banca faz, e ela passa a ter resposta antes da defesa. O sistema relata; não seleciona nem recusa nada.

26

Quem cita quem dentro do seu corpus

O grafo das referências entre os artigos que você aprovou, e a bola de neve a partir deles: os trabalhos que o seu corpus cita muito e que você ainda não tem. É como se acha o clássico da área que ficou de fora da busca por palavra-chave.

27

Comparação entre grupos, com o teste certo

t de Student independente e pareado, Mann-Whitney, ANOVA e regressão linear simples — e o sistema diz qual teste cabe nos seus dados e por quê, olhando o número de grupos, o tamanho de cada um e a assimetria da distribuição. O resultado vira tabela no editor, escrito na forma que a norma pede.

28

As seções com o nome que a sua instituição usa

“Materiais e métodos” no lugar de Metodologia, “Revisão de literatura” no lugar de Referencial teórico, “Conclusão” no lugar de Considerações finais. O sistema reconhece o PAPEL por trás do nome e escreve cada seção do jeito certo: a que descreve o que você fez não cita literatura, a que discute a literatura cita.

Por dentro

O sistema, como ele é.

Nenhuma destas telas é ilustração: são fotografias da aplicação, tiradas sobre um trabalho de demonstração cujo corpus são artigos reais, com DOI conferido. Quando a interface muda, as fotos são tiradas de novo — nunca redesenhadas.

A conversa à esquerda propondo o roteiro de parágrafos e o editor à direita com a seção escrita, citações em destaque e seções numeradas.

Converse à esquerda, o trabalho nasce à direita

Não há botão de gerar, nem painel escondido: você combina o roteiro parágrafo a parágrafo na conversa e diz “pode ir”. A seção entra na folha, na norma, com as citações ligadas às fontes e a numeração feita pelo sistema — inclusive as subseções.

Painel de fichamentos com cinco artigos fichados pelo texto integral e uma pergunta transformada em coluna.

Fichamento pelo texto integral, comparado na vertical

Objetivo, método, achados e lacunas de cada artigo — extraídos do texto inteiro, nunca do resumo. Uma pergunta sua vira coluna respondida por todos os artigos de uma vez, e artigo novo já chega respondendo as perguntas antigas. Sai em planilha de trabalho quando você quiser.

Painel de dados com a planilha carregada e um gráfico de colunas da distribuição por zona.

Seus dados viram gráfico, tabela e estatística

A planilha que você coletou entra aqui: limpeza com desfazer, filtros, série temporal, histograma, boxplot e mapa — com média, desvio, intervalo de confiança, Pearson e qui-quadrado. O gráfico vira figura do trabalho, numerada e legendada na norma, na seção a que pertence.

Relatório de proveniência com as bases consultadas, as expressões de busca e a origem dos trechos por seção.

A trilha que você mostra ao orientador

As bases consultadas, a data e a expressão exata de cada busca, os artigos aprovados e os recusados, e a origem de cada trecho com página e proximidade literal. Vai como apêndice do trabalho, sai em CSV, ou fica só para você.

Aba da declaração de uso de inteligência artificial, com os formatos curta, padrão e detalhada COPE/ICMJE.

A declaração de uso de IA, pronta para a revista

Três formatos — curta, padrão e detalhada segundo COPE e ICMJE —, para copiar ou inserir no manuscrito com um clique. Declarar é decisão sua; poder declarar, com a trilha na mão, é o que muda a conversa.

Painel de artigos com os resultados da busca pontuados por aderência ao problema de pesquisa.

O corpus é seu, e a triagem é sua

Cada resultado chega pontuado por aderência ao seu problema, com a composição da nota à vista. Você aprova, recusa e sobe os PDFs que já tem — e nada entra no seu texto sem passar por aqui.

Painel de paráfrases: a frase escrita no trabalho ao lado do trecho original do autor, com a página.

A sua frase e a do autor, lado a lado

Esta é a tela que nenhum editor de texto tem. Clique em qualquer citação e veja o que você escreveu ao lado do trecho de onde aquilo saiu, com a página e o realce do que coincide. É o que responde à pergunta que a banca faz — “de onde você tirou isso?” — sem você precisar procurar no PDF.

Grafo das citações entre os artigos aprovados do corpus.

Quem cita quem dentro do seu corpus

O grafo das referências entre os artigos que você aprovou, e o que sai dele: os trabalhos que o seu próprio corpus cita muito e que você ainda não tem. É assim que se acha o clássico da área que a busca por palavra-chave deixou passar.

Planilha carregada no sistema, com as colunas reconhecidas e o tipo de cada uma.

A sua planilha entra como está

O arquivo do Excel sobe inteiro e o sistema lê as colunas: reconhece o que é data, o que é número e o que é categoria, e mostra quantos vazios cada uma tem. A limpeza é feita ali, com desfazer — converter uma coluna, padronizar um nome escrito de quatro jeitos, tirar a linha em branco — e o original não é tocado.

Aba de estatística: média, desvio, intervalo de confiança e correlação, com a tabela pronta para o editor.

A estatística que a seção de resultados pede

Média, desvio, erro padrão, intervalo de confiança, quartis, frequências, correlação de Pearson e qui-quadrado — com aviso quando a casela é pequena demais para o teste valer. Cada resultado vira tabela numerada e legendada no editor com um clique, e a tabela diz de qual coluna dos seus dados ela saiu.

Busca simultânea em quinze bases, com o Qualis ao lado de cada resultado.

Quinze bases numa pergunta só

Uma expressão de busca vai a quinze bases ao mesmo tempo — entre elas Crossref, OpenAlex, SciELO, PubMed, DOAJ e Europe PMC — e o que volta chega sem repetição, com DOI, com o acesso aberto identificado e com o Qualis do periódico ao lado. A data e a expressão de cada busca ficam gravadas para o relatório de proveniência.

Fichamento de um artigo: objetivo, método, achados, lacunas e citações com página.

A ficha de um artigo, inteira

O que o quadro comparativo mostra na vertical, aqui aparece por extenso para um artigo só: objetivo, método, o que os autores encontraram, as lacunas que eles próprios apontam e as citações com a página em que estão. É o trabalho que se faz à mão em duas horas por artigo, feito do texto integral — e editável, porque a leitura final é sua.

telas da versão em produção · trabalho de demonstração · artigos reais, com DOI conferido

Do tema ao manuscrito

Sete passos, e você aprova cada um deles.

Converse sobre o seu tema

Fale do que quer pesquisar do jeito que pensa. O sistema organiza tema, problema, hipótese, objetivos e justificativa nos campos do projeto — e só libera a redação quando isso estiver de pé.

Busque e escolha o corpus

Uma consulta em quinze bases, com a estratégia montada junto. Você aprova o que entra, recusa o que não serve e sobe os PDFs que já tem.

Ficha o que foi aprovado

Fichamento pelo texto integral, com as suas perguntas virando colunas do quadro comparativo.

Defina a forma do trabalho

Escolha o tipo, a norma e o número de parágrafos de cada seção — ou anexe um modelo pronto e deixe o sistema copiar dele a estrutura, o cabeçalho e o rodapé.

Escreva seção por seção

Cada afirmação nasce ligada ao trecho que a sustenta. Você lê, confere a origem em um clique, reescreve o que quiser e insere gráficos e tabelas no lugar certo.

Feche pelo resumo — que é escrito por último

Com as seções escritas, o resumo e o abstract são feitos do trabalho pronto, e não do projeto: contexto, objetivo, método, resultado e conclusão do que existe de fato. Entram no alto da folha, com palavras-chave e keywords. Depois vem a revisão final, marcada em cor no próprio texto, que você aceita trecho a trecho.

Exporte com a trilha

O trabalho sai formatado na folha, com as referências conferidas contra o que foi citado — e, se você quiser, com o relatório de proveniência e a declaração de uso de IA como apêndice. A exportação sai em .docx — com os títulos como Título 1, 2 e 3, para o sumário automático do Word funcionar — e também em PDF.

Ciência que gera ciência

A vacina não salvou 154 milhões de vidas porque a referência estava em ABNT.

Salvou porque alguém teve uma pergunta, testou, e publicou para que outra pessoa pudesse continuar de onde parou. São seis vidas por minuto, durante cinquenta anos — e é essa a conta por trás dos 154 milhões de vidas que a imunização salvou em cinco décadas. Nenhuma delas foi salva por uma citação bem formatada. Todas dependeram de artigos que alguém publicou, outro alguém leu, citou, contestou, melhorou — e transformou em política pública, em fábrica, em dose no braço de uma criança.

É assim que o conhecimento se comporta: cada artigo é insumo do próximo. O avião existe porque a aerodinâmica virou texto antes de virar asa. O foguete existe porque a mecânica orbital foi publicada, criticada e refinada por gente que nunca se conheceu. A ciência é a única tecnologia humana que se acumula, e o artigo é o cabo por onde ela passa.

Por isso o gargalo entre uma descoberta e a próxima descoberta é indefensável quando ele é burocrático. Ninguém deveria adiar uma pesquisa porque o tempo acabou na formatação. Burocracia é exatamente o que uma máquina deve fazer no seu lugar.

O que ainda não fazemos

A lista honesta — para você saber antes, e não depois.

Nenhuma ferramenta serve a tudo, e descobrir o limite no meio do prazo é o pior jeito de descobrir. Estes são os nossos, ditos agora.

Bases pagas

Scopus, Web of Science e Embase não são consultadas — a busca cobre quinze bases abertas. Na prática isso pesa pouco em português, onde SciELO e BDTD cobrem quase tudo, e pesa mais em áreas em que a literatura central é de assinatura. O que você já baixou pelo acesso da sua instituição entra por upload e vira texto pesquisável.

PDF que é imagem

Digitalização sem camada de texto — a tese antiga escaneada, o boletim fotografado — ainda não é lida: não há reconhecimento óptico. O sistema identifica o caso e diz que é ele, em vez de fichar às cegas. Uma cópia com texto selecionável resolve.

Meta-análise

O PRISMA 2020 sai montado com as contagens reais da sua triagem, e a estatística cobre comparação entre grupos, correlação e regressão simples. O que ainda não existe é a síntese quantitativa da meta-análise — tamanho de efeito combinado, heterogeneidade, forest plot — nem os instrumentos de risco de viés. Para revisão sistemática com meta-análise, o AutorIA leva você até a porta e não entra.

Escrita em outro idioma

O trabalho é escrito em português do Brasil. O abstract e as keywords saem em inglês, e a busca é traduzida para inglês e espanhol antes de ir às bases — mas um manuscrito inteiro em outra língua ainda não.

LaTeX e submissão

A saída é .docx e PDF, e o corpus exporta em RIS e BibTeX para abrir no Zotero, no Mendeley ou no seu LaTeX. O manuscrito em LaTeX, porém, não é montado aqui, e o sistema não submete nada a revista nenhuma: quem aperta enviar é você.

Ler por você

Este é o limite que não pretendemos remover. O fichamento é feito do texto integral e a origem de cada frase fica a um clique — mas julgar se aquele achado responde à sua pergunta continua sendo leitura sua. Ferramenta que promete poupar isso está prometendo a parte que é ciência.

IA sem medo

Todas as suas dúvidas são legítimas. E todas têm resposta.

"Usar IA é trapaça."

Autoria é formular a pergunta, desenhar o método, ler com julgamento e interpretar o resultado. Nada disso é gerado aqui. O que a máquina faz é o que você delegaria a um bolsista dedicado: buscar, organizar, fichar, formatar e conferir. Delegar isso nunca foi trapaça — foi como toda pesquisa séria sempre funcionou.

"IA inventa referências."

Inventa, sim — quando escreve de memória. É a objeção mais séria de todas e é por causa dela que este sistema existe. Aqui não há memória: o texto só pode citar o que está no corpus que você aprovou. Cada obra entra pela base, com DOI resolvido; cada frase mostra o trecho de origem com a página; e o sistema aponta, antes de você exportar, toda referência que ficou na lista sem aparecer no texto.

"No fundo, isso é plágio."

O sistema mede a distância entre a sua paráfrase e o texto original. Perto demais, ele avisa e propõe a citação direta com aspas. E vai além da distância: cada frase citada é confrontada com o trecho de origem, e quando a fonte não afirma aquilo a citação é RETIRADA antes de chegar à sua tela — a frase fica, sem a citação, e o aviso diz qual foi e por quê. É um rigor difícil de manter à mão às três da manhã, na véspera do prazo.

"Vou aprender menos."

Você aprova o corpus, aprova o roteiro de cada seção e aprova bloco por bloco, sempre vendo de onde saiu cada afirmação. O que desaparece não é a leitura — é a digitação. Na prática se lê mais, porque o tempo que ia para a formatação volta para o texto dos outros.

"As revistas proíbem."

Não proíbem. O COPE e o ICMJE estabelecem que a inteligência artificial não pode ser listada como autora, que o uso deve ser declarado e que o autor humano responde integralmente pelo conteúdo, inclusive pelas partes produzidas com a ferramenta. São exatamente as três coisas que o AutorIA torna fáceis de cumprir.

"Meu orientador não vai aceitar."

Mostre a ele o relatório de proveniência: as bases consultadas, a data e a string de cada busca, os artigos aprovados e os recusados, e a origem de cada parágrafo com página. Nenhum artigo escrito à mão oferece esse nível de auditoria. A conversa deixa de ser sobre confiança e passa a ser sobre evidência.

"O texto vai ficar genérico."

O conteúdo vem do corpus que você escolheu e o estilo vem do perfil que você configurou — pessoa, vocabulário, densidade de citação e até as palavras que você não quer ver no seu texto. Genérico é o texto de quem escreve sobre o que não leu; aqui não há como escrever sobre o que não está na base.

"Um detector de IA vai me reprovar."

Detectores erram nos dois sentidos e não constituem prova. A defesa não é esconder o uso, é declará-lo e ter a trilha para demonstrar o que foi feito: o corpus, as buscas, as aprovações e a origem de cada frase. Transparência resolve o que dissimulação nunca resolveu.

Transparência, no seu tempo

Declarar o uso é opcional. Poder declarar é o que muda tudo.

Cada revista pede a declaração de um jeito, e algumas ainda não pedem nada. Por isso a declaração de uso de inteligência artificial é gerada com um clique, no formato que a revista exigir, e você decide se ela entra no manuscrito. O relatório de proveniência segue o mesmo caminho: pode ir como apêndice, ficar guardado para o orientador ou nunca sair do sistema.

A recomendação é declarar. Não por regra, mas porque a transparência é o que separa o uso legítimo do disfarce — e porque quem declara com uma trilha completa nas mãos está numa posição que ninguém pode questionar.

Exemplo gerado automaticamente Declaração de uso de inteligência artificial: na elaboração deste artigo foi utilizada a ferramenta AutorIA para busca bibliográfica, fichamento, organização de referências e apoio à redação. A seleção das fontes, a interpretação dos achados e a revisão final foram realizadas pelos autores, que verificaram todas as referências citadas e assumem integral responsabilidade pelo conteúdo publicado.
Quem está por trás
Sanmya Beatriz Tiradentes Leite

Sanmya Beatriz Tiradentes Leite

Diretora do Departamento de Polícia Técnico-Científica do Amazonas · idealizadora do AutorIA Científica

Meu propósito é desburocratizar e melhorar o serviço público. Dirijo o Departamento de Polícia Técnico-Científica do Amazonas, que reúne os institutos de Criminalística, de Identificação e Médico Legal — um complexo pericial inteiro, com as suas filas, os seus prazos e os seus laudos. É de dentro dele que eu vejo o problema que este sistema resolve.

Trabalho com Lean, compras públicas, tecnologia, neurociência, liderança e comunicação. São seis assuntos e um método só: alcançar mais com menos. Restrição não paralisa — obriga a encontrar a solução mais inteligente, e é dessa obrigação que sai a inovação que fica de pé.

O AutorIA não é o primeiro sistema que construí com esse método, e é o que eu mais uso: os artigos que escrevo sobre mortalidade e violência em Manaus passam por ele antes de passar por qualquer banca. Nada aqui foi desenhado numa reunião — cada função nasceu de um defeito que apareceu no meu próprio trabalho.

⚙ Sistemas que idealizei

Seis ferramentas, um mesmo incômodo: profissional competente gastando o dia em tarefa que a máquina faria melhor.

AutorIA Científica — escrita científica com procedência PolicIA Científica — automação de laudos periciais ExecuteIA — contratações públicas pela Lei 14.133/2021 DesburocratizaIA — análise de processos por valor agregado InspireIA — mentoria comportamental e liderança PersisteIA — estudo para concursos que se replaneja sozinho

🎖 Atuação

Perita Odontolegista (PCAM) Capitão-Dentista do Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas (CBMAM) Diretora do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC)

🧠 Liderança & Pessoas

Master Coach Integral Sistêmico Gestão de Pessoas e Negócios Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness

🎓 MBAs

Qualidade e Processos Lean Seis Sigma na Saúde Gestão de Projetos Lean Seis Sigma e Excelência Operacional Logística e Supply Chain Melhoria Contínua

🔬 Perícia & Forense

Perícias Forenses Perícias em Imagens e Documentos Digitais Computação Forense e Segurança da Informação (cursando)

Ninguém foi salvo por uma referência bem formatada. Muita gente foi salva pelo artigo que ela sustentava.

Sua pergunta de pesquisa é insubstituível. O resto é fila.

Comece pelo tema. O sistema conduz o projeto, busca nas bases, ficha o que você aprovar e escreve com você — mostrando, em cada frase, de onde ela veio.

Criar a conta leva um minuto e pede três coisas: nome, e-mail e senha. Não é pedido cartão. Comece pelo trabalho que você já está escrevendo — e diga o que faltou, porque é assim que a próxima versão nasce.

Dados citados: estimativa de 154 milhões de vidas salvas pela imunização em 50 anos (OMS e The Lancet, 2024); percentuais e custo global de reformatação de manuscritos (PLOS ONE, 2019); posições sobre autoria e inteligência artificial do COPE e do ICMJE.
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